segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

LIDERANÇA PARA FAZER ACONTECER

Liderança para fazer acontecer é título do livro de José Luiz Tejon (2006) que mostra a essência, o objectivo ou a finalidade de uma verdadeira liderança em levar o grupo liderado à melhor forma de alcance de resultados desejados. Para ele (apresento apenas três pontos):
·         A liderança deve-se evidenciar na maneira de actuar e não de discurso - os líderes marcam o seu tempo pelas obras e não pelos seus discursos, por isso, alguns delegam actividade discursiva e anunciativa aos porta-vozes.
·         O líder é responsável pelo desempenho do seu grupo, este líder ajuda o grupo a obter resultados que não seriam conseguidos sem a sua orientação e; deve assumir que se alguma coisa não corre bem no seu grupo e algo precisa deve ser mudado, deve ser ele a mudar em primeiro lugar.
·         Um verdadeiro líder deve ser humilde para aceitar verdades desagradáveis e ter senso de humor para conseguir olhar para atrás e rir de si mesmo.

Líder é diferente de Chefe, contudo o desejável é que o chefe também fosse um líder. No geral um verdadeiro líder deve ter foco nos resultados e influenciar o grupo nesta direcção, com ajuda de conhecimento, habilidades e atitude. Lideres com muitos conhecimentos que não conseguem transformar em algo produtivo (sem habilidades) actualmente são dispensáveis.

sábado, 2 de janeiro de 2016

ACTUAIS DESAFIOS IMPOSTO AOS GESTORES


Recordei me e decidi partilhar uma das lições iniciais de gestão das organizações, ao destacar que que estamos num momento caracterizado pela dependência da vida humana às organizações. Estas organizações (empresas, instituições públicas, hospitais, igrejas, ONGs, entre outros) se tornaram grandes e complexas; e não raras vezes além da sua agenda principal são desafiados e impostos novas agendas como forma de garantir a sua sobrevivência. Por isso, para que estas cumpram com os seus propósitos é necessária uma boa gestão (precisam de bons gestores).

Para ser bom gestor e levar a organização sucesso é desafiado a ter em atenção os seguintes assuntos (apresento apenas três, contudo são vastos): i) Natureza de actividade – qualquer gestor deve prestar atenção à área da sua actividade porque serve um público com características e exigências específicas. Isto é, gerir uma indústria não é o mesmo que gerir um hospital, ou uma universidade, ou uma instituição pública; ii) Atenção aos objectivos globais da organização – isto ajuda a transformar estes objectivos (intenções) da organização em resultados e o segredo clássico está na planificação, organização, direcção e controle; iii) Reduzir as incongruências entre os objectivos anunciados com as acções implementadas porque, desorientam os indivíduos levando-os a choques, esforços em direcções diferentes e a descrença pública organização.

No geral nesta era de organizações e concorrência permanente o desempenho do gestor é medido pelo grau em a sua equipa ou organização atingem os resultados esperados. Por isso para conseguir esse propósito o gestor deve desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes. (vamos desenvolver esta licção).

quinta-feira, 21 de março de 2013

A era de tecnologia

Estamos no mundo de tecnologia, com destaque às tecnologias de informação e comunicação. Em todas ou em quase todas as instituições em que nos dirigimos ou pretendemos nos dirigir  para tratar este ou aquele assunto exige-nos um certo domínio de Tecnologias, parece nosso BI. Pede-se numero de cel, email, documentos digitados, etc.

Não estou contra a tecnologia ou o uso das tecnologias, mas há necessidade de se pensar nas grandes desvantagens destas e como contornar. As tecnologias viciam (criam vícios), limitam a criatividade e capacidade - alguns nem se preocupam em saber escrever confiando na correcção automática; não se preocupam e dominar operações básicas (adição, subtracção, multiplicação e divisão) por tem máquina.

Ainda, por causa da tecnologia, ocupados com tecnologias indivíduos podem se desviar do que é importante ou da sua principal tarefa na organização e concentrar nos emails chats, facebook, e outros assuntos que não sei por ai.

Por outro lado, os próprios especialistas nestas áreas criam nos outros problemas como propagação de vírus, uso não autorizados de e-mails alheios, entre outros.

Neste contexto, há necessidade de em conjunto buscarmos uma forma de contextualizar o uso de tecnologia à realidade moçambicana.
QUALIDADE DE ENSINO, NÃO É SINÓNIMO DE REPROVAÇÕES

Discute-se em todos cantos e sectores de actividade em Moçambique e não só, a questão de qualidade de ensino. Em relação a este assunto, apesar de ser poucos que entendem ou que comentam com precisão, a maioria dos comentários acabam confundindo a opinião pública com discursos sem qualidade, mesmo assim, questionando a qualidade de ensino. Em poucas palavras queria dizer que, qualidade de ensino não é o sinónimo de reprovações. Apesar de existir alguns indivíduos que afirmam que tiveram ensino de qualidade somente porque reprovaram mais de três vezes na mesma classe ou porque levaram mais de 6 anos para chegar à 4ª classe, tem que se clarificar que este não era ensino de qualidade, mais de exploração. Alias, é por causa disto que muito jovens moçambicanos sacrificaram suas vidas lutando contra esta e outras injustiças. A qualidade de ensino envolve muitos elementos como: professores bem formados e comprometidos com a sua actividade, condições de trabalho adequadas, estudantes disciplinados, encarregados corteses dos estudantes e dos professores, entre outros e consequentemente o aumento das aprovações. Significa que no ensino quanto mais estudantes aprovam e quanto mais estes estudantes contribuem para o desenvolvimento do país, mais qualidade tem o ensino. O discurso sobre a qualidade de ensino preocupa e leva alguns docentes (professores) mais jovens, os menos experientes ou aqueles que não possuem formação psico-pedagógica a confundir qualidade com reprovações. Neste contexto os professores apresentam maior índice de reprovações, mas quando são convidados a elaborar relatórios de actividades e indicando as causas das altas taxas de aprovações ou de reprovações, não fazem ou não consegue fazer. Assim sendo, para evitar este cenário, dum conceito mal contextualizado, gostaria de apelar as instituições de ensino (até do ensino superior) que promovessem diversas formações explicando aos docentes e à comunidade no geral que a qualidade de ensino não significa altos índices de reprovações. Desde já queria se assim pretender, apelar ao Ministério da Educação, que levasse como slogan “QUALIDADE DE ENSINO, NÃO É SINÓNIMO DE REPROVAÇÕES” para estimular mais trabalho aos principais actores no processo de ensino e aprendizagem.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Boas Festas a Todos

Acredito que o ano de 2008 foi de muito trabalho para todos, muitos sucessos foram alcançados e alguns planos foram falhados, mas nem com isso deixaremos de festejar o Natal (Dia de Familia) e o Fim do Ano). Desta forma desejo a todos os que compartilharam comigo os vários momentos de luta ao longo do ano 2008 festas felizes. Que o ano 2009 seja melhor que todos os anos passados, muitos sucessos sejam alcançados e muitas amizades sejam criadas. A proveitem este momento para se aproximar junto das pessoas que gostam de vôs eque vôs tambem gostam mais.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Lutar Por Moçambique

Lutar por Moçambique e uma famosa frase de Mpndlane que aparentemente é simples, mais é muito complexa e traz consigo um desafio para todos moçambicanos, incluindo amigos ou todos aqueles que desejam ver Moçambique a crescer. Acho que esta frase convida a todos a darmos o nosso máximo no combate a tudo o que pode ou prejudicar o crescimento normal do nosso país, em especial da sua população. Na actualidade os ensinamentos desta frase ou do seu autor, estão sendo abandonados e substituídos por interesses egoístas e individualistas de alguns compatriotas. Já paramos pensar para entender e implementarmos os reais ensinamento da frase do Dr. Mondlane. Recordemo-nos que tudo o que é mau, é mau fazer e tudo o que é bom exemplo ou bom ensinamento é bom seguirmos e aprender.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Experiência/Formação Académica

Diariamente vimos vários anúncios de emprego ou oportunidade de emprego nos jornais, alguns privilegiam a formação académica média ou superior, outros anúncios (na sua maioria) privilegiam a experiência profissional dos três, cincos, dez e mais anos. A questão que fica no ar é, entre a experiência profissional e a formação académica técnico-profissional, o que é mais importante? O que significa experiência profissional? Será a realização ao longo de vários anos e duma forma repetida a mesma actividade, ou é o conjunto de conhecimentos práticos adquiridos durante o exercício da mesma actividade. Recordo-me dum meu antigo professor de Pedagogia (quando tirava o curso de professorado), chamou-nos atenção na forma como exibimos a nossa experiência aos demais. Para ele deve existir uma diferença bem clara entre cinco anos de experiência e a mesma experiência repetida cinco anos. E a formação profissional, será o conjunto de conhecimentos técnico-profissionais que nos ajudam no desempenho e na compreensão de procedimentos técnicos necessários para a realização duma certa actividade. Neste caso, tanto a experiência assim como a formação profissional pressupõem a existência de bases ou conhecimentos mínimos quer práticos ou teóricos que nos ajudam a iniciar e a nos inserir numa certa área de trabalho. Quem está formado tem noções mínimas do que lhe espera no terreno, idem para o experiente. Então não seria justo em cada anuncio validar um dos critérios em vez de preterir sempre a formação em beneficio da experiência deixando de lado muitos jovens recém formados sem oportunidades de emprego.